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Atualizado às: 20 de março, 2004 - 02h49 GMT (23h49 Brasília)
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Protestos marcam aniversário da ofensiva no Iraque
Manifestantes em San Francisco
Manifestantes contrários à guerra tomaram a Market Street, em São Francisco
Milhares de manifestantes participam neste sábado de uma passeata em Sydney, na Austrália, no início de um dia de protestos contra a ofensiva militar contra o Iraque.

As manifestações, que ocorrem no primeiro aniversário do início da ofensiva, começaram nesta sexta-feira com protestos em várias cidades americanas, entre elas São Francisco.

Durante o protesto na Austrália, algumas pessoas criticaram o primeiro-ministro, John Howard, por apoiar os Estados Unidos na ofensiva e enviar soldados ao Iraque.

Outras manifestações estão marcadas para este sábado em cidades de diversos países europeus, como a Grã-Bretanha, a Itália e a Espanha - cujos governos apoiaram a ação militar para afastar Saddam Hussein do poder.

Nova York

Nos Estados Unidos, os maiores protestos estão previstos para as cidades de Nova York, Chicago e, novamente, São Francisco.

Nas marchas, os manifestantes americanos devem pedir o retorno das tropas que permanecem no Iraque.

Um porta-voz da ONG Unidos pela Paz e Justiça, que está organizando as passeatas nos Estados Unidos, disse que, agora, está claro que a justificativa para o início da guerra foi exagerada.

Ele também disse que, depois da morte de tantos soldados e civis iraquianos, este é o momento de retirar as tropas do Iraque.

Mas, nesta sexta-feira, em um discurso marcando o primeiro aniversário da ofensiva, o presidente americano George W. Bush disse que o afastamento de Saddam Hussein do poder no Iraque acabou com uma fonte de instabilidade e violência no Oriente Médio.

Terrorismo

O presidente americano reforçou a importância de uma frente unida no que chama de "guerra contra o terror", dizendo que essa guerra é "um objetivo inescapável da nossa geração".

"Qualquer sinal de fraqueza ou recuo simplesmente reforça a violência terrorista e convida a mais violência em todas as nações", disse Bush. "Nós vamos enfrentar esse perigo mortal e superaremos isso juntos."

Os ataques deste mês na capital espanhola, Madri, foram uma "lembrança de que o mundo civilizado está em guerra", segundo o presidente americano.

Ele também acrescentou que os Estados Unidos estavam mandando "uma mensagem clara aos terroristas de que o dia da justiça ainda vai chegar".

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