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Coréia do Sul adia envio de tropas ao Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Coréia do Sul anunciou que não irá mais enviar soldados no mês que vem para a cidade de Kirkuk, no norte do Iraque, como vinha planejando. De acordo com o Ministério da Defesa em Seul, o motivo seria a falta de segurança na região - especificamente, o temor de que os soldados sul-coreanos sejam surpreendidos por operações militares americanas na região. O governo da Coréia do Sul, contudo, reiterou seu interesse em participar da reconstrução pacífica do Iraque, mantendo controle operacional uma área específica. O país estaria agora procurando por uma outra área mais estável no Iraque para enviar suas tropas, o que foi adiado até o mês de junho. Espanha A Coréia do Sul estava se preparando para enviar mais de 3 mil soldados - o que fará do país o terceiro em número de tropas participando da coalizão militar no Iraque, atrás apenas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha. De acordo com o correspondente da BBC em Seul, a decisão do governo de enviar as tropas ao Iraque causou grande polêmica no país. O futuro primeiro-ministro da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, anunciou nesta semana, após a vitória de seu partido nas eleições gerais no país, que cogita retirar do Iraque as tropas espanholas que lá estão. Segundo ele, as tropas podem receber ordens de sair do Iraque se, até o dia 30 de junho, a Organização das Nações Unidas não assumir a responsabilidade sobre a segurança do país. |
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