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'Descobre quem foi, que eu vou atrás', disse brasileiro ferido | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O único brasileiro identificado até agora como vítima dos ataques de quinta-feira a vários trens em Madri foi operado nesta madrugada e está em observação, mas não corre risco de vida. Adeildo Alves dos Santos, de 28 anos, sofreu uma fratura no crânio com penetração de massa encéfalica. Ele foi submetido a duas cirurgias, uma crânio-encefálica e a outra facial, segundo Milagros Marín, diretora do Hospital 12 de Octobre. De acordo com o vice-cônsul brasileiro Roberto Machado, que esteve no hospital na manhã desta sexta, Adeildo está bem e consciente. "A primeira coisa que ele me falou foi 'Descobre quem foi, que eu vou atrás", disse Machado. Observação Segundo Marín, que trabalha na ala de neurocirurgia do hospital, Adeildo está em condição estável, mas não deve ter alta antes de uma semana. O hospital fica próximo à estação de trem de Atocha, uma das atingidas por bombas. A embaixada também procurou por uma possível cidadã brasileira, Virgínia Andrade, que, de acordo com a lista de vítimas divulgada pelo Ministério do Exterior espanhol, teria sido levada para o hospital Gregorio Maroñón. Mas Virgínia não foi encontrada. O governo espanhol colocou dois telefones à disposição de parentes das vítimas: 900-150 000 e 902-150 003. Para ligações do Brasil, é preciso discar 00 e o número da operadora, seguido de 34. |
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