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Espanha investiga ETA e Al-Qaeda por atentados | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Investigadores espanhóis buscam mais pistas que possam levar aos responsáveis pelas explosões que deixaram 198 mortos e mais de 1,4 mil feridas na quinta-feira em Madri. As autoridades espanholas estão seguindo pelo menos duas linhas de investigação na busca pelos autores dos atentados, que colocaram bombas em quatro trens da capital espanhola. Embora as primeiras suspeitas tenham recaído sobre o grupo separatista basco ETA, a falta de características comuns aos atentados do grupo e uma suposta reivindicação dos atentados pela organização extremista islâmica Al-Qaeda levam as autoridades a considerar outras hipóteses. A Al-Qaeda teria assumido a autoria do ataque em um comunicado enviado à sede do jornal árabe Al-Quda Al-Arabi, em Londres. Além disso, a descoberta de uma perua com detonadores e fitas contendo versos do Corão, o livro sagrado do islamismo, reforçou a hipótese de um atentado pelo grupo islâmico. As autoridades espanholas haviam atribuído os atentados à organização separatista basca ETA. Mas o ministro do Interior da Espanha, Angel Acebes, disse que já instruiu as autoridades de segurança a não descartar nenhuma pista. Até mesmo os números estão sendo levados em conta pela imprensa espanhola. Os atentados em Madri ocorreram 911 dias depois dos ataques em Nova York e Washington. Em inglês o dia 11 de setembro, data dos atentados nos Estados Unidos, é escrito 9/11. |
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