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Chefe da CIA defende Bush e pede paciência no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O chefe da CIA, George Tener, disse não acreditar que a administração Bush interpretou erroneamente a informação fornecida pelos serviços de inteligência no período que antecedeu a guerra no Iraque. Ele pediu mais paciência na busca às alegadas armas de destruição em massa no Iraque. Ao mesmo tempo, ele disse que seria importante para o serviço secreto descobrir se estava certo ou não. Tenet falou em uma audiência no Comitê dos Serviços Armados do Senado, e enfrentou questões difíceis sobre a atuação do serviço secreto antes da guerra. "Mal construído" O senador democrata, Edward Kennedy, em determinado momento da audiência descreveu a retórica da administração Bush como instigadora da guerra. Quando Tennet foi perguntado se acreditava que a administração havia interpretado mal os fatos que teriam justificado a guerra, ele disse que não. Ele sugeriu ter existido ocasiões em que o trabalho do serviço secreto foi “mal construído”, insistindo que havia repetido isso privadamente à administração. Tenet disse, no entanto, que antes da guerra a comunidade do serviço de informação acreditava que Saddam Hussein desenvolvia programas que poderiam prejudicar os interesses americanos. Outro senador democrata, Carl Levin, descreveu a qualidade das informações e a atuação da CIA como um “fiasco”. Tenet, no entanto, pediu mais paciência na busca pelas armas. |
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