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Paquistão faz testes com míssil de longo alcance | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Paquistão realizou testes com seus mísseis de maior alcance capazes de carregar uma bomba nuclear. O Exército do Paquistão afirmou que os países vizinhos foram avisados previamente sobre os testes com o míssil Shaheen-2. O projétil percorre uma distância de 2 mil quilômetros – o que poderia chegar até pontos centrais da Índia. Os testes são feitos um mês após revelações de que o cientista que desenvolveu o programa nuclear do Paquistão vendeu informações confidenciais para outros países. Reação O governo japonês descreveu os testes como “lamentáveis” e disse esperar que o relacionamento entre o Paquistão e a Índia não seja afetado negativamente. O correspondente da BBC em Islamabad afirmou que os testes mandam um forte sinal de que o presidente Pervez Musharraf pretende seguir com seu programa nuclear, apesar do constrangimento causado pelas revelações do cientista paquistanês. Em fevereiro, Abdul Qadeer Khan confessou a venda ilegal de tecnologia para o exterior. Mesmo assim, o cientista paquistanês, considerado um herói no país por ter conduzido o programa nuclear do Paquistão, foi perdoado pelo presidente Musharraf. De acordo com um relatório divulgado pela polícia na Malásia, Khan transferiu urânio enriquecido para a Líbia. O material teria sido enviado em um jato paquistanês em 2001. |
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