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Califórnia se nega a proibir casamentos gays | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Suprema Corte da Califórnia recusou um pedido do procurador-geral do Estado para suspender os casamentos gays. Mais de 3.400 casais de pessoas do mesmo sexo se casaram nas últimas duas semanas, desde que o prefeito de São Francisco começou a conceder licenças para este tipo de união. A Suprema Corte recomendou aos grupos conservadores que se opõem aos casamentos gays que entrem com uma nova ação legal em uma semana. Na sexta-feira, 21 casais de gays e lésbicas se casaram na prefeitura de New Paltz, em Nova York. Direitos iguais O prefeito de New Paltz, Jason West, disse que decidiu conceder as licenças por uma questão de direitos iguais para todos. O mesmo argumento foi usado pelo prefeito de São Francisco, Gavin Newsom, cujo porta-voz disse que ele apenas está seguindo "a constituição estadual, que explicitamente condena discriminações de qualquer tipo". Mas depois que as cerimônias de casamento começaram a acontecer em New Paltz, o governador do Estado de Nova York, George Pataki, disse que elas são uma violação da lei estadual que define o casamento como a união entre um homem e uma mulher. "O que estamos testemunhando nos Estados Unidos hoje é o florescimento do maior movimento de direitos civis do país em uma geração", disse West. A questão levou o presidente George W. Bush a pedir uma emenda constitucional que defina o casamento em termos tradicionais. "Casamento entre um homem e uma mulher é o ideal", afirmou Bush na sexta-feira. "E a função do presidente é levar a lei em direção ao ideal", acrescentou. |
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