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Aumenta diferença entre ricos e pobres na China | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A China diz que a diferença de poder aquisitivo entre a sua população urbana e rural está entre as maiores o mundo. Uma pesquisa realizada pela Academia Chinesa de Ciências Sociais mostrou que durante o ano de 2002, residentes de cidades ganhavam três vezes mais do que os que moravam no campo. O encarregado da pesquisa, Li Shi, disse que, no entanto, o estudo não é uma representação precisa da realidade, e que a disparidade é ainda maior. Fazendeiros pagam pela educação e os seus custos com saúde, significando que seus rendimentos são um sexto do da população urbana. Comunismo Um acadêmico ouvido pela agência de notícias chinesa Xinhua culpou as políticas governamentais que taxam excessivamente os fazendeiros. O governo chinês está consciente do potencial de insatisfação que existe no interior do país, e recentemente anunciou que vai investir US$ 18 bilhões (cerca de R$ 54 bilhões) para aumentar a renda da população do campo. O assunto se tornou um tema polêmico devido a um inesperado bestseller. Entitulado de Uma Investigação Sobre os Camponeses Chineses, o livro já vendeu cem mil cópias. Ele destaca o pesado fardo que as taxas representam e a corrupção que atrapalha a vida de vários fazendeiros. A sua mensagem implícita, no entanto, é a mais subversiva. Ele conclui que meio século de comunismo não foi suficiente para melhorar a vida dos 900 milhões de camponeses chineses. |
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