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Rebeldes chegam às portas da capital do Haiti | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um grupo armado atacou uma delegacia na periferia da capital do Haiti, Porto Príncipe, segundo relatos da imprensa local. O incidente aconteceu no dia em que os Estados Unidos anunciaram que estão enviando 50 fuzileiros navais para proteger a embaixada americana no país caribenho. Rebeldes que querem derrubar o presidente Jean Bertrand Aristide prometem tomar a capital. Eles já asseguraram o controle da segunda maior cidade haitiana, Cap Haitien. Dias contados Um dos líderes rebeldes em Cap Haitien, Guy Philippe, teria dito à agência de notícias Associated Press que os dias de Aristide no poder "estão contados". "Acredito que, em menos de 15 dias, estaremos controlando o Haiti", afirmou. Segundo o correspondente da BBC no Haiti Stephen Gibbs, se a tomada de Cap Haitien foi relativamente fácil, a situação vai ser diferente na capital, pois muitos acreditam que o ataque a Porto Príncipe deve ocorrer em breve e gangues armadas, leais a Aristide, estão pelas ruas, procurando por rebeldes. Grupos leais ao presidente começaram a se armar para resistir à ofensiva rebelde sobre a capital do Haiti. Duas delegacias nos arredores de Porto Príncipe já haviam sido atacadas no domingo. Além disso, uma bomba de fabricação caseira explodiu durante as comemorações de Carnaval na Champ de Mars, a praça central da capital haitiana, em frente ao palácio presidencial. Um jovem morreu e duas pessoas ficaram feridas. |
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