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Operação de Israel deixa nove mortos em Gaza | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos nove palestinos foram baleados e mortos nesta quarta-feira durante uma operação do Exército de Israel na cidade de Gaza. As autoridades israelenses afirmam que invadiram a área de Shijaya para impedir ataques com morteiros contra assentamentos judaicos na Faixa de Gaza. Relatos indicam que o primeiro palestino a ser morto foi um policial, que teria tentado impedir a entrada dos soldados. As tropas israelenses negam ter disparado tiros contra palestinos com uniforme oficial. De acordo com testemunhas, depois da primeira morte, os tanques israelenses invadiram a região. O Exército de Israel diz que suas tropas foram recebidas com mísseis anti-tanque e disparos de armas automáticas. Hamas Um porta-voz militar israelense, citado pela agência de notícias AFP, afirmou que as tropas identificaram "pelo menos 17" palestinos baleados, mas as autoridades não confirmaram o número de mortos. De acordo com testemunhas, pelo menos 18 palestinos ficaram feridos no confronto, incluindo um guarda-costas do xeque Ahmed Yassim, líder espiritual do Hamas. Um líder político do grupo militante palestino prometeu vingar as mortes em Gaza. Testemunhas afirmam que, em outra operação, tropas israelenses invadiram o campo de refugiados palestinos de Rafah, na fronteira com o Egito. |
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