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Mortos em ataque no Iraque chegam a 50 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O número de mortos no ataque com um carro-bomba contra um delegacia no Iraque, nesta terça-feira, subiu para 50 pessoas, segundo dados da polícia do país. Pelo menos outras 60 pessoas ainda estariam feridas. A explosão ocorreu do lado de fora de uma delegacia na cidade iraquiana de Iskandaria, que fica ao sul da capital, Bagdá. A área estava lotada por homens fazendo fila em busca de um emprego na polícia. Um fotógrafo da agência France Presse disse ter visto uma cratera de cerca de 25 metros de diâmetro na rua em que estava situada a delegacia atacada. Multidão Após a explosão, militares americanos tiveram de estabelecer um cordão de isolamento para conter uma multidão de moradores locais que, revoltados, cantavam slogans antiamericanos. Um porta-voz militar americano, general Mark Kimmitt, disse que ainda não se sabe se o atentado foi suicida. No entanto, ele acrescentou que o ataque tinha várias semelhanças com outros feitos anteriores e que foram atribuídos a elementos de fora do país vinculados à rede Al-Qaeda. A polícia do Iraque disse suspeitar que a bomba tenha sido levado ao local por um militante suicida dentro de uma caminhonete. As autoridades acreditam que a caminhonete pertencia a um ex-integrante do serviço de inteligência do regime de Saddam Hussein. Os policiais iraquianos têm sido um alvo constante de ataques – até agora foram mortos pelo menos 300 em atentados e ataques. |
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