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EUA investigam 'abusos' em prisões do Iraque
Uma nota oficial divulgada nesta sexta-feira diz que o comandante militar americano no Iraque, Ricardo Sánchez, determinou a abertura de um inquérito sobre supostas agressões cometidas por americanos contra prisioneiros em centros de detenção no país. Não foram divulgados detalhes sobre os abusos, nem sobre a localização da prisão em que os casos teriam acontecido. Os americanos mantêm cerca de 10 mil prisoneiros de guerra no Iraque e vêm sendo alvo de críticas de líderes comunitários e tribais do país. Grupos de direitos humanos internacionais alegam que milhares de detentos estão encarcerados sem nenhuma acusação e, freqüentemente, em más condições de higiene. Anistia Os Estados Unidos já iniciaram o processo de libertação de cerca de 500 prisioneiros em um programa de anistia. O correspondente da BBC no Pentágono Nick Childs afirmou que o fato de a investigação ter sido iniciada pelo comando militar central dos Estados Unidos no Iraque pode significar que os comandantes estão levando a questão muito a sério. Inicialmente, uma mensagem do órgão informava que uma investigação havia sido iniciada para apurar alegações de maus tratos em apenas um centro de detenção. Agora, de acordo com Childs, os militares estão dizendo que as alegações se referem a mais de um caso e que foram feitas por alguém de dentro do comando militar. Na nota do general Sánchez, ele afirma que a coalizão "tem o compromisso de tratar todas as pessoas sob o seu controle com dignidade, respeito e humanidade", acrescentando que a investigação deverá ser feita de forma profissional e íntegra. |
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