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Armas químicas podem ter sido encontradas no Iraque
Soldados dinamarqueses em operação no sul do Iraque encontraram vários morteiros suspeitos de conter armas químicas, de acordo com os testes iniciais. As tropas multinacionais afirmam que foram descobertos 36 morteiros de 120 mm, que aparentemente estiveram enterrados por pelo menos dez anos. Todos os morteiros têm sinais de conter um composto químico que inclui gás mostarda, que queima a pele humana, entre outros efeitos. Autoridades americanas confirmaram a descoberta dos morteiros e disseram que provavelmente eles são sobras da guerra entre Irã e Iraque, de 1980 a 1988. Resultados em dois dias Um porta voz militar americano disse que os morteiros estavam embrulhados em sacos de plástico e que alguns estavam vazando. Os resultados de exames mais completos devem ficar prontos daqui a dois dias, de acordo com a agência de notícias Reuters. Os soldados dinamarqueses, que fazem parte da coalizão liderada pelos Estados Unidos no Iraque, vão continuar as buscas por mais armas que podem estar enterradas no mesmo local. Antes da guerra liderada pelos Estados Unidos para derrubar Saddan Hussein, o governo iraquiano havia dito que tinha destruído todas as armas químicas. Mesmo assim, os líderes americanos e britânicos diziam que a ameaça da existência de armas de destruição em massa era a principal razão para a operação militar no Iraque. No entanto, em nove meses de inspeções, não foi encontrada nenhuma prova de um programa de armas químicas, biológicas ou nucleares em território iraquiano. |
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