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Chefes de Estado abrem cúpula de Monterrey
Discurso do presidente do Chile, Ricardo Lagos, e do presidente americano, George W. Bush, abriram nesta segunda-feira em Monterrey, no México, a Cúpula Extraordinária das Américas. Nos discursos, os chefes de Estado detacaram os principais desafios para os países americanos e que devem ser abordados na Cúpula. Bush destacou a importância de zelar pela manutenção das instituições democráticas em países que vivem momentos tumultuados, como a Venezuela, e pediu solidariedade ao povo de Cuba por estar submetido, segundo ele, a um governo opressor. Depois de Lagos e Bush, falaram o primeiro-ministro do Canadá, Paul Martin, e o presidente do México, Vicente Fox. Imigração Mais cedo, Fox manifestou apoio às propostas de mudança na lei de imigração dos Estados Unidos, depois de um encontro que teve com o presidente americano, George W. Bush. Fox e Bush tiveram um encontro a portas fechadas antes do início da Cúpula Extraordinária das Américas, que se realiza em Monterrey, no México. "Temos consciência de que a proposta tem que ser discutida e analisada, particularmente pelo Congresso americano", disse Fox. "Por isso, temos que esperar para que a idéia amadureça." "Para nós no México, ela (a proposta) é sem dúvida um passo muito importante para o avanço (das relações) entre nossos dois países, no tocante ao fluxo de imigrantes, que é uma questão prioritária entre os dois países." Nafta A maior parte dos imigrantes ilegais nos Estados Unidos vêm do México, e eles muitas vezes arriscam suas vidas para atravessar a fronteira entre os dois países. As discussões entre Fox e Bush para um acordo na área da imigração haviam sido iniciadas em 2001, mas foram abandonadas depois dos atentados de 11 de setembro. Entre as propostas apresentadas por Bush está que imigrantes em situação irregular no país possam se candidatar para um visto provisório. Mais cedo, porém, o presidente mexicano havia questionado as recentes medidas tomadas pelo governo americano para se proteger de possíveis ataques extremistas. Juntamente com o premiê canadense, Paul Martin, Fox advertiu que as últimas medidas americanas, como o aumento da segurança nas fronteiras do país, podem prejudicar o fluxo de bens e pessoas em toda a América do Norte. Por sua vez, Martin disse que as fronteiras dos três países, que juntos formam o Nafta (Acordo de Livre Comércio da América do Norte), disse que as fronteiras "precisam ficar abertas para nossas respectivas populações possam ir e vir". Os dois líderes disseram que querem fortalecer e expandir o Nafta. |
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