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EUA podem exigir guardas armados em aviões
Vôos de empresas aéreas internacionais com destino aos Estados Unidos podem ter que transportar guardas armados à paisana, de acordo com novas normas anunciadas pelas autoridades em Washington. O governo dos Estados Unidos afirma que pode insistir que alguns vôos de passageiros ou de carga tenham guardas a bordo, se a avaliação dos serviços de inteligência indicar que a medida se justifica por causa de possível ataque terrorista. A norma vai incluir até aviões que apenas trafegarem pelo espaço aéreo americano. O porta-voz do Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Dennis Murphy, disse que as empresas aéreas estrangeiras serão informadas "caso a caso" quando as autoridades americanas considerarem necessário colocar guardas à bordo de um avião. Grã-Bretanha Há alguns dias, o governo da Grã-Bretanha já havia anunciado que os vôos do país para os Estados Unidos contarão com guardas armados à paisana. Mas o sindicato dos pilotos comerciais britânicos exige discutir esta medida com o governo. Ministros britânicos afirmam que a iniciativa é uma resposta "responsável e prudente" para alertas máximos contra "terrorismo" nos Estados Unidos. Mas o sindicato diz que seus associados podem não aceitar a presença de armas a bordo. Segunda ou terça-feira Os guardas à paisana deverão começar a trabalhar na segunda ou na terça-feira. Jim McAuslan, secretário-geral da Associação de Pilotos Britânicos, disse que a organização vai recomendar a seus associados que parem de conduzir aviões se não forem atendidas determinadas condições sobre o emprego de guardas em vôos. McAuslan disse que os pilotos terão que ser informados se um guarda estará à bordo. "O comandante precisa manter a autoridade sobre o avião todo", afirmou o líder sindical. Guardas aéreos já vinham operando nos Estados Unidos antes dos ataques de 11 de setembro de 2001 em Nova York e Washington. Havia apenas 33 desses oficiais trabalhando principalmente em vôos internacionais. |
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