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Rebeldes libertam cinco reféns na Colômbia
Os guerrilheiros do Exército de Libertação Nacional da Colômbia (ELN) soltaram nesta segunda-feira cinco turistas que estavam seqüestrados havia cem dias. Os cinco mochileiros, quatro israelenses e um britânico, foram entregues a uma comissão humanitária liderada pela Igreja Católica. Benny Daniel, Ido Guy, Erez Altawil e Orpaz Ohayon, de Israel, e Mark Henderson, da Grã-Bretanha, aparentavam estar bem ao embarcar nos helicópteros que os retiraram da região norte da Sierra Nevada, segundo uma testemunha entrevistada pela agência de notícias Reuters. "Estávamos esperando por isso há três meses. Finalmente, vai acontecer", disse Henderson à Reuters ainda na selva. Excursão Os turistas faziam parte de um grupo de oito pessoas que foram capturadas pelos rebeldes do ELN em 12 de setembro, quando participavam de uma excursão nas montanhas colombianas. "Estamos todos bem. Os três outros israelenses estão bem", afirmou Guy à Reuters. Os rapazes haviam ignorado os alertas que buscam evitar a entrada de turistas na Colômbia, onde os níveis de seqüestro são bastante altos. Em novembro, outros dois turistas do grupo, um espanhol e um alemão, haviam sido libertados. Matthew Scott, um britânico de 19 anos conseguiu fugir pouco depois de ser seqüestrado. Normalmente, os rebeldes querem trocar os turistas por dinheiro para financiar a guerrilha. Especula-se que neste caso, no entanto, o seqüestro tenha tido razões políticas. Ao menos inicialmente, os rebeldes aparentemente queriam chamar atenção para a situação humanitária na região de Serra Nevada. Segundo o jornal colombiano El Tiempo, a decisão do governo colombiano de criar uma comissão humanitária, na quinta-feira, teria aberto caminho para a libertação. |
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