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Grã-Bretanha é contra morte para Saddam, diz Straw
O ministro das Relações Exteriores da Grã-Bretanha, Jack Straw, disse que o destino de Saddam Hussein será decidido por uma corte iraquiana, mas que a Grã-Bretanha se opõe ao uso da pena de morte em qualquer lugar do mundo. "No final, a decisão sobre a punição é uma questão para os governos soberanos e para a corte", disse o ministro. Segundo Straw, são poucas as esperanças de que Saddam revelará qualquer informação sobre os programas de armas de destruição em massa no Iraque. "Eu ficarei surpreso se qualquer depoimento de Saddam resultar em informações úteis", disse ele. Julgamento Grupos de defesa dos direitos humanos questionaram se Saddam receberá um julgamento justo em seu próprio país, mas o correspondente da BBC em Washington disse que o governo americano é contra o uso de tribunais internacionais. A representante especial do primeiro-ministro britânico no Iraque, Ann Clwyd, disse que ela preferiria que houvesse um tribunal internacional, similar ao que foi feito para julgar o ex-presidente da Iugoslávia Slodoban Milosevic. Mas ela disse à BBC que a vontade do Iraque deve predominar. "Eles decidiram que querem que o tribunal seja no Iraque, com júri iraquiano, e eu acho que é isso o que vai acontecer." |
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