|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Coréia do Norte quer concessões para parar programa nuclear
A Coréia do Norte disse que "congelará" seu programa nuclear em troca de uma lista de concessões que devem ser feitas pelos Estados Unidos, como um passo para uma total solução da crise entre os dois países. O governo de Pyongyang alertou que se sua oferta não for aceita, a Coréia do Norte não mais participará das conversas multilaterais entre seis nações sobre seu programa nuclear. Entre os pedidos está ajuda para a obtenção de petróleo e a exclusão do país das listas americanas como patrocinador do terrorismo. A declaração foi feita enquanto os Estados Unidos e seus aliados trabalhavam em uma nova proposta para fazer com que a Coréia do Norte voltasse a negociar. Exigências Segundo a agência oficial de notícias coreana, um representante do Ministério das Relações Exteriores disse que Pyongyang estava oferecendo essa troca como "uma primeira etapa" antes que volte a negociar com os Estados Unidos, a Coréia do Sul, o Japão, a Rússia e a China. "Medidas como a retirada da Coréia do Norte da lista americana dos patrocinadores do terrorismo, a suspensão das sanções políticas, econômicas e militares, e ajuda de energia, incluindo o fornecimento de petróleo e eletricidade pelos Estados Unidos e os países vizinhos, devem ser concedidas em troca do congelamento das atividades nucleares. Isso seria uma base para a continuação das conversas multilaterais", teria dito o representante do Ministério. A oferta é parte do que a Coréia do Norte chama de "pacote de acordo", em que Pyongyang descartaria seu programa nuclear em troca de uma longa lista de concessões que deveriam ser feitas pelos países vizinhos e os Estados Unidos, incluindo garantias de segurança, ajuda econômica e reconhecimento diplomático. As últimas negociações multilaterais sobre as ambições nucleares da Coréia do Norte terminaram em agosto sem acordo ou data para novas reuniões. A crise começou em outubro do ano passado, quando autoridades americanas disseram que a Coréia do Norte tinha admitido ter um programa nuclear secreto, em desafio ao acordo de 1994. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||