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Manifestações marcam Dia da Luta contra Aids
Funcionários do setor de saúde das Filipinas promovem o uso de preservativos
Funcionários do setor de saúde das Filipinas promovem o uso de preservativos

Milhões de pessoas foram às ruas nesta segunda-feira para participar de marchas à luz de velas, manifestações, festivais e campanhas no Dia Mundial da Luta contra a Aids.

Em vários países, autoridades de governo anunciaram novas campanhas de combate à doença.

Na China, pela primeira vez, um dos líderes de governo associou sua imagem ao combate à Aids.

O primeiro-ministro, Wen Jiabao, se encontrou com pacientes que sofrem da doença em um hospital de Pequim. Ele também prometeu ensino gratuito para os órfãos da Aids no país.

Arábia Saudita

Na Arábia Saudita, o Ministério da Saúde anunciou uma estratégia nacional de combate à doença que prevê o gasto de US$ 6 milhões (cerca de R$ 17,6 milhões) na compra de medicamentos e equipamentos para pacientes com a doença.

Segundo a agência de notícias France Presse, a Arábia Saudita – que geralmente evita a discussão aberta sobre a doença – admitiu que tem hoje 6.787 casos de HIV ou Aids, quase cinco vezes mais do que a última estatística, em agosto de 2002.

Na Grã-Bretanha, o primeiro-ministro, Tony Blair, disse que a devastação causada pela Aids é colossal e, em um artigo de jornal, afirmou que o mundo tem o ''dever moral'' de se unir contra a doença.

O secretário de Saúde dos Estados Unidos, Tommy Thompson, afirmou que o mundo está perdendo a batalha contra a Aids.

A mesma afirmação foi feita pelo coordenador do programa de DST/Aids do Ministério da Saúde, Alexandre Grangeiro, em um debate realizado em São Paulo nesta segunda-feira.

Em um discurso feito na Zâmbia, um dos países africanos mais afetados pela doença, Thompson também pediu que a comunidade internacional se una para intensificar os esforços no combate à Aids.

Promessa

Por outro lado, nos Estados Unidos, ativistas pediram que o presidente George W. Bush cumpra a promessa de gastar cerca de US$ 15 bilhões em um programa de cinco anos de combate à doença.

A promessa havia sido feita por Bush no seu discurso sobre o Estado da União, em janeiro.

Bush prometeu gastar US$ 3 bilhões (cerca de R$ 8 bilhões) no primeiro ano do programa. No entanto, em sua proposta de orçamento, o presidente americano destinou apenas US$ 2 bilhões (cerca de R$ 5,8 bilhões) para o combate à Aids nesse período.

A France Presse informou também que vários líderes religiosos elaboraram uma carta aberta a Bush e ao secretário do Tesouro, John Snow, pedindo que os países mais atingidos pela Aids tenham suas dívidas perdoadas pelo governo americano.

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