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Exército de Israel suspende soldados por morte de palestino O Exército israelense suspendeu um grupo de soldados que matou um palestino desarmado a tiros na Faixa de Gaza. O grupo teria aberto fogo contra uma multidão de 40 palestinos que havia entrado em uma área de acesso proibido no perímetro do assentamento judaico de Nissanit. Os soldados deverão ficar suspensos até que uma investigação sobre o incidente seja concluída. O Exército não divulgou o número de soldados punidos. Centenas de palestinos já foram mortos por soldados israelenses nos últimos três anos, mas os soldados raramente são submetidos a punições disciplinares. O Exército israelense manifestou "pesar pelo dano causado a vidas inocentes". Agente palestino Segundo a agência de notícias Associated Press, um hospital confirmou a identidade da vítima como Saeb Abu Safra, um funcionário da agência de inteligência palestina, de 32 anos. No entanto, ainda de acordo com a agência, testemunhas palestinas disseram que Abu Safra entrou na área proibida para resgatar um deficiente mental palestino que havia se aproximado da cerca que isola o assentamento judaico. O Exército israelense proibiu palestinos de se aproximarem da cerca dos assentamentos, em uma tentativa de evitar atentados contra os colonos. Segundo a agência de notícias Reuters, as autoridades militares estão considerando a possibilidade de empregar seguranças particulares, ao invés de usar soldados, na proteção de assentamentos isolados. A proposta é feita em meio a um debate sobre o fato de soldados israelenses arriscarem as suas vidas para proteger colônias judaicas irregulares que se expandem cada vez mais. No entanto, a principal motivação seria a necessidade de reduzir os custos de operação do Exército. |
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