|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
'Amazônia não é solução para combater poluição'
Cientistas brasileiros e norte-americanos divulgaram que as florestas tropicais emitem mais dióxido de carbono do que absorvem, em condições úmidas. O estudo foi publicado no jornal Science, a apenas 3 dias da próxima rodada de negociações da Nações Unidas sobre clima, em Milão. Os pesquisadores dizem que estudos anteriores provavelmente exageraram a quantidade de gás carbónico que a Amazônia, a maior floresta tropical do mundo, poderia absorver. Usar as florestas como maneira de combater o aquecimento global é uma das propostas mais importantes do protocolo de Quioto. Motivos políticos O tratado permite aos países que, ao invés de cortarem o nível de emissão de gás carbônico, plantem novas árvores e conservem florestas já existentes. O trabalho foi escrito após três anos de estudo, na Amazônia. Ele lança novas evidências de que a relação entre as árvores e dióxido de carbono é complexa. Os aumentos na emissão do dióxido de carbono ocorrem durante a estação chuvosa, quando a madeira antiga se dissolve, e não durante a época seca, como se geralmente pensa. Muitos ambientalistas acreditam que políticos se adiantaram à ciência ao dar tanta importância às árvores, no Tratado de Quioto. Eles afirmam que isso foi feito por motivos políticos. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||