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Atualizado às: 25 de outubro, 2003 - 17h23 GMT (15h23 Brasília)
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Colômbia põe 270 mil para policiar referendo
Eleitores checam seus nomes em lista
Uribe precisa de 25% de comparecimento

A Colômbia realiza neste sábado sob fortíssimo esquema de segurança um referendo que pode pôr em risco a alta popularidade do presidente Álvaro Uribe.

De acordo com o governo, 270 mil soldados e policiais estão nas ruas para garantir a segurança dos eleitores neste sábado e também dos candidatos às eleições regionais do domingo. O objetivo do forte esquema de segurança é também estimular que a população vote sem medo de um ataque das guerrilhas.

Com isso, defensores, adversários e até mesmo os institutos de pesquisa de opinião não estão certos se o número mínimo de 25% do total de colombianos aptos a votar, 6,3 milhões de pessoas, comparecerão às urnas para o referendo neste sábado.

O referendo apresenta 15 questões, entre elas a redução do número de assentos no Congresso em mais de 20%, a obrigação do voto nominal nas votações de deputados, o estabelecimento de um teto para a aposentadoria do funcionalismo, o congelamento dos salários dos 940 mil servidores públicos por dois anos e a demissão de outros 8 mil.

'Complicado'

A maioria da população está considerando o referendo "muito complicado", tanto por causa do número de questões, quanto por causa dos assuntos e dos textos que estão indo a votação.

Sindicalistas estão pedindo para as pessoas se absterem por considerarem que as reformas deixarão "os pobres ainda mais pobres".

Se o presidente não conseguir aprovar essas reformas no Parlamento, será um golpe a sua gestão, que tem hoje índices de popularidade de mais de 70%.

Para as eleições de domingo, é possível que um candidato de esquerda, conhecido como "Lucho" e comparado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, vença o principal cargo em jogo, o de prefeito da capital, Bogotá.

As guerrilhas colombianas, principalmente as Farc, têm tentado interferir diretamente nas eleições, e na noção de que o governo controla o país, realizando ataques a políticos.

Pelo menos 30 candidatos nas eleições foram mortos e mais de uma dezena foram seqüestrados.

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