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Emboscada mata dois soldados dos EUA em Bagdá
O comando militar dos Estados Unidos no Iraque informou que dois soldados americanos foram mortos e quatro ficaram feridos em uma emboscada em Bagdá na noite de quinta-feira. O ataque ocorreu no mesmo local em que a explosão de um carro-bomba deixou pelo menos nove mortos na manhã de quinta-feira. Pelo menos 14 pessoas morreram nas últimas 24 horas no Iraque, entre civis e militares, iraquianos e americanos. Os últimos incidentes marcaram os seis meses da entrada em Bagdá, no dia 9 de abril, das forças da coalizão liderada pelos Estados Unidos. Tensão O mais recente ataque ocorreu quando as tropas americanas faziam uma patrulha em Cidade Sadr, região de maioria xiita no nordeste de Bagdá. Um correspondente da BBC na capital iraquiana afirmou que a noite foi de muita tensão na cidade. De acordo com o correspondente, a operação de busca conduzida pelos soldados na noite de quinta-feira provocou indignação nos moradores locais. Em determinado momento, soldados americanos travaram um tiroteio com sentinelas que faziam a segurança de um religioso xiita. Memorial Nesta sexta-feira, um memorial em Londres vai homenagear os 51 soldados britânicos mortos no Iraque em uma das cerimônia organizadas para lembrar os seis meses da tomada de Bagdá. A cerimônia, na Catedral de São Paulo, vai contar com a presença da rainha Elizabeth 2ª e do primeiro-ministro Tony Blair, além de chefes de Estado, diplomatas estrangeiros e militares. O governo britânico disse que a cerimônia reconhece o "profissionalismo e o êxito" das Forças Armadas da Grã-Bretanha na ofensiva contra o regime de Saddam Hussain. O pai de um soldado que morreu no Iraque, no entanto, alegou que Blair não deveria comparecer ao memorial porque não havia razão para o conflito. |
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