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Atualizado às: 09 de outubro, 2003 - 18h27 GMT (15h27 Brasília)
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Bush se defende de críticas à política para o Iraque
George W. Bush
Para presidente, Iraque é o 'front central' na guerra ao terrorismo

O presidente americano, George W. Bush, fez uma forte defesa da política dos Estados Unidos no Iraque, dizendo que a segurança de seu país não pode ser obtida por meio de "medidas tímidas".

Ele descreveu o Iraque como a "linha central de batalha" na guerra contra o que chama de terrorismo num discurso proferido a integrantes da Guarda Nacional, no Estado de New Hampshire.

Suas palavras fazem parte de uma nova ofensiva de relações públicas para tentar aumentar o apoio popular ao envolvimento dos Estados Unidos no Iraque, seis meses depois da queda do regime de Saddam Hussein.

"Os Estados Unidos não devem esquecer as lições do 11 de setembro", declarou o presidente. "Os Estados Unidos não podem deixar de lado nossas responsabilidades e torcer pelo melhor."

"Só há uma opção: temos de lutar essa guerra até que nosso trabalho esteja feito."

Reconstrução

A campanha da Casa Branca coincide com o início do debate no Congresso sobre um pedido de Bush de verbas adicionais de US$ 87 bilhões para ajudar na reconstrução do Iraque e do Afeganistão.

A conselheira para Segurança Nacional da Casa Branca, Condoleezza Rice, disse na quarta-feira que novos indícios descobertos por inspetores de armas comprovariam que o Iraque representava uma ameaça e, por isso, uma invasão era justificada.

O correspondente da BBC em Washington Rob Watson diz que a linha adotada por Bush ainda é difícil de ser aceita, tanto pelo público americano quando pelo estrangeiro, já que as forças dos Estados Unidos continuam a ser alvo de ataques diários no Iraque.

Rice declarou que a credibilidade da ONU estaria abalada se Washington não tivesse agido contra o regime iraquiano.

Segundo ela, especialistas em armas liderados pelos americanos que vasculharam o país inteiro depois da guerra estariam "encontrando provas de que o Iraque nunca se desarmou e nunca colaborou com as inspeções".

Os críticos da política de Bush destacam que as buscas pelos arsenais ilegais iraquianos - que já custaram cerca de US$ 300 milhões - não encontraram nenhuma arma de destruição em massa.

Rice, porém, pediu paciência ao público americano, dizendo que o grupo que está em busca dessas armas deve receber mais tempo para "compilar a verdadeira história do que aconteceu com as armas de destruição em massa de Saddam Hussein".

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