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Atualizado às: 09 de outubro, 2003 - 13h34 GMT (10h34 Brasília)
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'New York Times' ironiza eleição de Schwarzenegger na Califórnia

A eleição do astro de Hollywood Arnold Schwarzenegger para governar a Califórnia, o Estado com a maior economia e a maior população dos Estados Unidos, é o principal destaque desta quinta-feira nos jornais americanos.

Diários como Los Angeles Times, The New York Times e The Washington Post noticiam que Schwarzenegger vai pedir ajuda ao presidente George W. Bush para recuperar as finanças do Estado e que prometeu não fazer filmes enquanto estiver no cargo de governador.

Em editorial, o jornal The New York Times diz que o país ainda precisa de um tempo para se acostumar com a frase "governador Arnold Schwarzenegger".

"Afinal de contas, Nova York também tinha um governador envolvido com as difíceis notícias de um déficit público iminente antes de ser reeleito. Mas parece que ninguém está querendo substituir o governador George Pataki pelo ator Robert de Niro", ironiza o diário.

Recuo

O fim da ameaça de greve dos jogadores da seleção inglesa de futebol domina os jornais britânicos. A Inglaterra tem um jogo decisivo contra a Turquia no domingo, válido pelas eliminatórias da Eurocopa de 2004.

Eles protestavam contra o veto ao zagueiro Rio Fedinand, que faltou a um exame antidoping.

O jornal The Times diz que os jogadores recuaram da beira do precipício.

Na França, o diário Le Monde também fala de um abismo, mas nas contas da previdência.

"Os franceses não sabem, mas os sistemas de saúde e previdência estão à beira da falência", escreve o jornal.

Segundo a publicação, o déficit é o maior desde a criação do serviço em 1945: 30 bilhões de euros (R$ 101 bilhões).

Nota baixa

"Corupção: De mal a pior" é o título do principal editorial do jornal argentino La Nación.

O texto lamenta a classificação do país no ranking de corrupção da organização Transparência Internacional, divulgado na quarta-feira.

A organização-não governamental atribui notas de zero a dez para 133 países. No topo está a Finlância, considerado o país menos corupto e com nota 9,7.

"A corrupção pública e privada se constitui em um verdadeiro câncer que, com crescente agressividade, está destruindo as bases do nosso sistema democrático", escreve o jornal.

"Não apenas porque desvirtua, denigre e debilita, mas também porque se manifesta nas formas de assaltos mais descaradas a diversas áreas do Estado."

Na lista – que traz o Brasil em 54º lugar (com nota 3,9) –, a Argentina ocupa a 92ª posição, com apenas 2,5. "Um lugar deprimente", diz o jornal.

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