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EUA inocentam americanos envolvidos em morte de iraquianos
As Forças Armadas dos Estados Unidos inocentaram os soldados americanos de qualquer irregularidade no caso de "fogo amigo" em que oito policiais iraquianos foram mortos na cidade de Fallujah, há quase duas semanas. Um jordaniano que trabalhava como guarda em um hospital em Fallujah, cerca de 50 quilômetros a oeste da capital, Bagdá, também morreu no incidente. O comandante americano no Iraque, general Ricardo Sanchez, disse, nesta quinta-feira, que um inquérito sobre o caso concluiu que os soldados agiram de acordo com as normas que definem sua atuação. "As notícias iniciais eram claras. Houve tiros iniciais e 30 segundos de combates. No final, os policiais estavam mortos", disse Sanchez. Outra versão Mas esse relato contraria a versão do incidente feita por policiais iraquianos feridos no incidente de 12 de setembro. Vários deles disseram que os tiros começaram quando veículos da polícia iraquiana se aproximaram de um posto de controle americano perto de um hospital militar jordaniano no subúrbio de Fallujah. A polícia perseguia um carro onde viajavam vários homens armados na sua lista de procurados. Os policiais iraquianos disseram que imploraram para que os soldados americanos parassem de atirar, gritando em árabe e em inglês que eram da polícia. Mas os soldados atiraram continuamente por 30 minutos, disseram sobreviventes à agência de notícias Associated Press. Fallujah fica no chamado "Triângulo Sunita" - uma região a norte e oeste de Bagdá onde Saddam Hussein contava com grande apoio e onde ataques a forças americanas são diários. |
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