|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Crescem manifestações na Bolívia contra exportação de gás
Vários grupos de agricultores voltaram a protestar nesta terça-feira na Bolívia contra uma proposta de exportação de gás natural aos Estados Unidos. O governo da Bolívia prometeu retirar barreiras instaladas pelos manifestantes em torno da capital, Lima. No entanto, relatos da mídia local dizem que as rodovias de acesso à cidade ainda estão bloqueadas pelo que eles chamam de "tapete de pedras". O líder dos agricultores, Felipe Quispe, afirmou que eles estão dispostos a retomar negociações, mas impôs condições. Rejeição Os agricultores querem a retirada de tropas das estradas da Bolívia, a libertação de 21 presos e a mudança de local para as negociações. O ministro do Interior da Bolívia, Yerko Kukoc, rejeitou as exigências, mas disse que o único caminho para resolver o conflito é por meio de negociações. A Bolívia não tem acesso ao mar e, por isso, as exportações deverão ser feitas a partir de portos no Chile. Isso está fazendo crescer o sentimento antichileno na Bolívia. Muitos bolivianos estão irritados com a alternativa de usar portos chilenos, porque eles pertenciam à Bolívia até a guerra de 1879 entre os dois países. Eles preferiam que o gás fosse exportado pelo Peru. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||