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Atualizado às: 20 de setembro, 2003 - 02h59 GMT (23h59 Brasília)
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EUA iniciam 'faxina' depois do furacão Isabel
Homem anda contra ventos fortes no Estado da Carolina do Norte
Estado de emergência foi decretado em oito Estados americanos

As operações de limpeza começaram nos Estados Unidos depois da passagem do furacão Isabel, que matou pelo menos 15 pessoas e deixou milhares sem luz – contabilizando prejuízos de bilhões de dólares.

A passagem do Isabel, com ventos de até 150 quilômetros por hora, arrancou árvores e telhados na costa leste americana.

O presidente George W. Bush chegou a declarar estado de calamidade pública em partes dos Estados da Virgínia e da Carolina do Norte.

Na capital do país, Washington, repartições públicas e museus permaneceram fechados pelo segundo dia consecutivo na sexta-feira.

Os estragos causados pelo furacão foram ainda maiores por causa dos níveis dos rios, que já estavam altos depois de um verão excepcionalmente chuvoso.

A parte histórica da cidade de Alexandria, ao sul de Washington, continua submersa por pelo menos 1,2 metro d'água, e várias estradas foram danificadas por enchentes.

Furacão Isabel
Furacão está seguindo rumo ao noroeste a cerca de 30 km/h

O Departamento de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos fez um alerta para os riscos de desabamentos na Virgínia do Oeste e na Virgínia, em Maryland, na Pensilvânia e em Nova York, de acordo com a agência de notícias Associated Press.

O Isabel está seguindo rumo ao noroeste a cerca de 30 km/h e deve chegar ao Canadá no domingo.

De acordo com o Departamento de Gerenciamento de Emergências da Virgínia, nove pessoas morreram no Estado, outras duas em Maryland e uma na Pensilvânia.

Furacão Isabel nos EUA
Estado de emergência decretado em oito Estados
300 mil pessoas obrigadas a deixar suas casas
Mais de 1 milhão de pessoas sem luz
Prejuízo de cerca de US$ 500 milhões

O jornal The Washington Post disse que 700 mil pessoas na região da capital americana tiveram cortes de energia elétrica.

Alguns turistas foram surpreendidos pelo fechamento os museus e dos monumentos.

"Eu acho que é um pouco exagerado", disse à agência de notícias Associated Press Sandra de Dubovay, uma moradora de Los Angeles que está visitando a capital americana.

"Algumas pessoas têm apenas um dia aqui. É frustrante", completou.

Milhares de vôos também foram cancelados, e todos os três aeroportos na região de Washington foram fechados.

Fred Gentry, morador da cidade de Kitty Hawk, no litoral da Carolina do Norte, descreveu como o furacão destruiu sua casa.

"A parede literalmente foi dividida em dois, horizontalmente", disse ele à agência France Presse. "Ele simplesmente entrou, levando os móveis com ele."

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