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Atualizado às: 07 de setembro, 2003 - 08h54 GMT (05h54 Brasília)
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Israel, em estado de alerta, teme vingança do Hamas
xeque Ahmed Yassin
O líder espiritual do Hamas, xeque Ahmed Yassin, foi ferido em ataque

As forças de segurança de Israel estão em estado de alerta máximo devido aos temores de uma vigança de militantes palestinos, após a tentativa israelense de matar o líder espiritual do grupo Hamas, xeque Ahmed Yassin.

Yassin ficou levemente ferido tal como pelo menos outras 18 pessoas no ataque aéreo.

Líderes do Hamas e o xeque Ahmed Yassin, alertados pelo som da aeronave, deixaram a casa onde estavam alguns momentos antes do avião despejar uma bomba no local.

Xeque Ahmed Yassin foi levado para o hospital, de acordo com testemunhas.

Yassin disse após o ataque que Israel e o primeiro-ministro, Ariel Sharon, iriam pagar "um alto preço pelo crime".

Fronteiras

A segurança foi reforçada em áreas consideradas de risco em Jerusalém e as fronteiras israelenses com a Faixa de Gaza e a Cisjordânia foram fechadas.

Israel teme que militantes radicais palestinos entrem em território israelense para vingar o ataque ocorrido na noite de sábado.

Em meio ao clima tenso criado com o pedido de demissão do primeiro-ministro palestino, Mahmoud Abbas, no sábado, os Estados Unidos anunciaram que vão continuar apoiando o plano de paz para o Oriente Médio.

O governo americano, no entanto, se recusa a negociar com o presidente palestino, Yasser Arafat.

Ainda neste domingo, Arafat deve discutir a crise com deputados do Parlamento palestino e com integrantes do movimento Fatah, do qual é líder.

Ataques

A tentativa de assassinar o xeque Ahmed Yassin foi o último dos ataques israelenses contra suspeitos de integrarem o Hamas, após o atentado suicida que matou mais de 20 pessoas em Jerusalém.

Pelo menos 11 militantes do Hamas e quatro outras pessoas foram mortas desde o dia 21 de agosto, data do atentado suicida.

O governo de Israel vem prometendo “uma cruel guerra contra o Hamas”. O primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, disse que os líderes do Hamas “estavam marcados para morrer”.

“Nós não vamos dar a eles um momento de descanso,” disse Sharon ao jornal israelense Yediot Ahronot.

“Nós vamos continuar as buscas porque eles possuem apenas um objetivo: a destruição de Israel”, completou o primeiro-ministro.

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