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Polônia assume comando do centro do Iraque
A força liderada pela Polônia vai atuar na região ao sul de Bagdá
A força liderada pela Polônia vai atuar na região ao sul de Bagdá

A Polônia tem a partir desta quarta-feira a missão de liderar as tropas multinacionais que vão patrulhar a região central do Iraque.

Os fuzileiros navais americanos transferiram para os militares poloneses a tarefa de liderar o “exército”, que reúne 9 mil soldados de 21 países. A cerimônia que marcou a mudança foi realizada na cidade histórica da Babilônia.

Ao assumir o posto, a Polônia se tornou o terceiro país – após Estados Unidos e a Grã-Bretanha – a aceitar a responsabilidade de coordenar tropas de ocupação no Iraque.

A tropa multinacional vai operar na região ao sul de Bagdá, que inclui a cidade sagrada de Najaf, onde um atentado a bomba matou o líder xiita, aiatolá Muhammad Baqr al-Hakim, na última sexta-feira.

Devido aos últimos acontecimentos, as tropas americanas ainda vão continuar em Najaf por pelo menos mais duas semanas.

Ordem

Em Varsóvia, o presidente polonês, Aleksander Kwasniewski, disse que as tropas polonesas estão dispostas a enfrentar ataques e até sofrer baixas a fim de restabelecer a ordem.

“Eu espero que tudo ocorra bem, mas caso isso não aconteça, nós iremos mostrar muita frieza para mostrar que não estamos em férias no Iraque e, sim, em uma missão de estabilização,” disse o presidente a uma emissora de rádio polonesa.

O presidente da Polônia deverá visitar o Iraque antes do Natal.

Os Estados Unidos escolheram a Polônia como novo líder da força multinacional em reconhecimento ao apoio do país durante a guerra no Iraque, levando também em consideração a experiência polonesa em missões de paz.

As forças de coalizão incluem, além de americanos e britânicos, 2,3 mil poloneses, 900 tailandeses e mil militares (cada país) da Ucrânia, Espanha e Portugal.

Bulgária, El Salvador, Filipinas e Nicarágua, entre outros países, enviaram contingentes menores ao Iraque.

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