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EUA matam seis iraquianos em reação a emboscada
As forças americanas no Iraque afirmaram neste domingo que mataram seis iraquianos acusados de atacar um comboio militar no norte do país. O porta-voz americano William McDonald disse que oito pessoas atacaram o comboio, ao oeste de Kirkuk, com granadas e armas de fogo de pequeno porte. Os soldados teriam contra-atacado, matando seis iraquianos e ferindo os outros dois. Dois militares americanos também ficaram feridos. Em meio ao confronto no norte do país, uma emissora de televisão turca afirmou que um "novo ato de sabotagem" atingiu o principal oleoduto para exportação do petróleo iraquiano na região. De acordo com testemunhas entrevistadas pela TV turca, um grande incêndio cobriu de chamas o oleoduto de Kirkuk-Yumurtalik após uma explosão. Patrulha Além dos incidentes na região de Kirkuk, helicópteros militares americanos foram vistos circulando a cidade de Mosul, também no norte do Iraque. Testemunhas afirmam que três helicópteros sobrevoaram a propriedade do sultão Hashim Ahmad Al-Tal, que foi ministro da Defesa durante o regime de Saddam Hussein. Um morador de Mosul disse à agência de notícias francesa AFP que os americanos estavam procurando o presidente iraquiano deposto na região. Os filhos de Saddam, Uday e Qusay, foram mortos em um ataque em uma vila de Mosul no dia 22 de julho. O ex-líder iraquiano, no entanto, permanece escondido desde abril, quando foi derrubado do poder por forças americanas e britânicas. Desde então, emissoras de televisão árabes transmitiram diversas fitas de áudio com mensagens atribuídas a Saddam Hussein. Os Estados Unidos ofereceram uma recompensa de US$ 25 milhões por informações que possam levar à captura do presidente iraquiano deposto. |
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