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Exército de Israel mata líder do Jihad Islâmico
O grupo militante palestino Jihad Islâmico confirmou que um de seus líderes na Cisjordânia, Mohammed Sider, foi morto durante uma operação militar de Israel na cidade de Hebron, nesta quinta-feira. A organização, que adotou um cessar-fogo no final de junho, prometeu se vingar. A rádio Israel disse que soldados dispararam mísseis antitanque contra uma loja em que Sider se escondia após alguém que estava na casa ter lançado uma granada contra as tropas. Fontes militares israelenses dizem que ele vinha sendo procurado porque estaria envolvido no planejamento de um atentado com carro-bomba. Emboscada Sider teria sido também o mentor de uma emboscada em Hebron em novembro de 2002 em que 12 soldados israelenses morreram. O jornal israelense Haaretz informou que buldôzeres do Exército demoliram o edifício no centro de Hebron em que Sider se encontrava. Um palestino que abrigava o líder do Jihad Islâmico no local foi preso. "As Brigadas de Jerusalém se reservam o direito de responder ao assassinato sionista do líder combatente Mohammed Sider, não obstante a trégua declarada pelas facções", disse um texto no site Neda al-Quds, ligado ao Jihad Islâmico. A morte de Sider poderia colocar em risco o processo de paz israelo-palestino, já abalado nesta semana por dois atentados suicidas que mataram dois israelenses em Rosh Ha'ayn, perto de Tel Aviv, e no assentamento de Ariel, na Cisjordânia. Nas primeiras horas desta quinta-feira, soldados de Israel demoliram em Nablus a casa da família de Islam Qteishat, autor do atentado suicida de terça-feira em Ariel. |
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