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Atualizado às: 08 de agosto, 2003 - 13h00 GMT (10h00 Brasília)
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Polícia diz ter encontrado cabeça de militante suicida em Jacarta
Reconstituição do rosto do suspeito foi reconhecido
Reconstituição do rosto do suspeito foi reconhecido

A polícia indonésia diz ter encontrado a cabeça do militante islâmico acusado de realizar um ataque suicida contra o hotel de Marriott de Jacarta, na última terça-feira.

O comandante Erwin Mappaseng disse que uma reconstituição da cabeça, que estava severamente queimada, foi reconhecida por membros do grupo islâmico Jemaah Islamiyah, que a polícia acredita ser responsável pelo ataque.

"Ele foi recrutado como um membro do Jemaah Islamiyah por Sardono e Muhammad Rais, membros do grupo que foram presos antes do atentado contra o hotel Marriott", afirmou Mappaseng.

O suspeito foi identificado como Asmar Latinsani, de 28 anos.

Estado islâmico

O Jemaah Islamiah também é acusado pelo atentado na ilha de Bali no ano passado, que deixou 202 mortos.

O grupo, suspeito de ter ligações com a organização Al-Qaeda, quer instituir um Estado islâmico que se estenderia do sul da Tailândia até o sul das Filipinas, passando por Cingapura e Indonésia.

Na sua primeira manifestação pública desde o atentado, que deixou dez mortos e 146 feridos, a presidente da Indonésia, Megawati Sukarnoputri, fez um apelo a outros governos do Sudeste Asiático para que a ajudem a combater o terrorismo.

Na quarta-feira, a polícia já havia sugerido a existência de uma ligação entre os atentados de Bali, em outubro do ano passado, e o de Jacarta.

Segundo os policiais, os tipos de explosivos e os métodos usados nos dois ataques são muito parecidos.

Além disso, documentos encontrados com integrantes do Jemaah Islamiah indicaram que estava sendo planejado um ataque justamente na região do hotel Marriott.

Diante dessas hipóteses e do julgamento do principal suspeito do atentado de Bali, Amrozi Bin Nurhasyim, a segurança havia sido reforçada na região.

Amrozi foi condenado à morte, na quinta-feira, por planejar e executar o ataque, que deixou 202 mortos.

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