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Atualizado às: 06 de agosto, 2003 - 06h56 GMT (03h56 Brasília)
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Polícia liga atentado em Jacarta ao de Bali
Materiais encontrados são semelhantes aos usados em Bali
Materiais encontrados são semelhantes aos usados em Bali

Os tipos de explosivos e os métodos usados no atentado desta terça-feira que matou 14 pessoas em Jacarta são muito parecidos com os que foram usados no ataque a Bali, no ano passado, de acordo com a polícia indonésia.

"Do modus operandi, aos materiais e outros, há semelhanças", afirmou o chefe da polícia nacional, Erwin Mappaseng, egundo a agencia de notícias France Presse.

Segundo o policial, vestigíos de pólvora, clorato de potássio e TNT foram encontrados no hotel Marriott, local do atentado.

Mappasseng informou ainda que um homem foi encontrado morto dentro na van Toyota onde estavam escondidos os explosivos, mas se recusou a comentar a tese de um ataque suicida.

O chefe da polícia indonésia fez as declarações após encontro com o ministro da Defesa, Susilo Bambang Yudhoyono, em uma entrevista coletiva.

'Mesmo grupo'

Embora a polícia não tenha acusado ninguém, as suspeitas recaem sobre o grupo militante islâmico Jemaah Islamiyah, grupo que teria ligações com a Al-Qaeda e o mesmo que a polícia acredita estar por trás do atentado de Bali.

De fato, a explosão ocorreu às vésperas do final do julgamento de um dos supostos membros da organização, que é acusado de planejar o ataque de Bali.

No entanto, um dos mais influentes clérigos islâmicoss, Ahmad Syafii Marrif, fez um apelo para que fossem apresentadas provas antes de responsabilizar militantes muçulmanos.

Por causa do atentado desta terça-feira, as autoridades indonésias adotaram medidas extras de segurança no país, que já estava em alerta máximo por causa do julgamento.

O atentado foi condenado por governos de vários países. Os Estados Unidos lamentaram o "ataque deplorável contra civis inocentes".

Assim como a Austrália, o país ofereceu ajuda às autoridades indonésias para investigar o atentado.

Entre os 14 mortos está Hans Winkelmolen, executivo de um banco holandês. Também havia muitos estrangeiros entre os 150 feridos.

A explosão ocorreu em plena hora do almoço em um bairro nobre de Jacarta em que se concentra a maior parte das representações diplomáticas no país.

Funcionários e hóspedes do hotel de mais de 300 quartos tiveram que fugir às pressas, enquanto chamas e colunas de fumaça saíam do edifício. Muitos estavam almoçando no restaurante quando ouviram o estrondo.

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