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Palestinos criticam política de Israel sobre prisioneiros
Autoridades palestinas estão acusando Israel de estar fazendo apenas jogo de cena ao anunciar a libertação de mais de trezentos prisioneiros palestinos. O presidente da Autoridade Palestina Yasser Arafat acusou o governo israelense de fraude. Arafat questionou a prisão de 230 palestinos em Hebron, enquanto Israel anuncia a libertação de outros quatrocentos prisioneiros. "Esta é a verdadeira implantação do plano de paz?," peguntou o líder palestino, acrescentando que quer ver todos os seis mil prisioneiros palestinos livres. Mas o governo de Israel também enfrenta fortes pressões internas de grupos que se opõem a libertação de qualquer prisioneiro palestino. Protestos Integrantes de grupos israelenses que representam famílias de vítimas de atentados cometidos por palestinos se mostraram irritados com o anúncio da primeira libertação em massa de presos. Eles alegam que ninguém deveria ser solto. Israel anunciou que nenhum preso envolvido em ataques será posto em liberdade. O governo de Israel publicou uma lista de 349 prisioneiros palestinos que deverão ser libertados como gesto de boa vontade ao primeiro-ministro palestino, Mahmoud Abbas. Entre eles estão 183 acusados de ajudar militantes ou de participar de atos violentos contra Israel (o que pode ser simplesmente atirar pedras contra soldados israelenses), mais pelo menos 139 prisioneiros que não foram acusados de nada - o que Israel chama de "prisioneiros administrativos". Outros quase cem prisioneiros acusados de crimes comuns também devem ser liberados, levando a um total de cerca de 440 libertados, segundo decisão do governo israelense no domingo. O primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, havia dito em julho que 540 detidos seriam colocados em liberdade. |
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