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Militantes palestinos continuarão no complexo de Arafat
A Autoridade Nacional Palestina não vai mais transferir os 20 suspeitos detidos no complexo presidencial de Yasser Arafat em Ramallah. Parte dos presos, militantes das Brigadas dos Mártires de Al Aqsa, se recusavam a deixar o local e ser levados a uma prisão em Jericó. A organização, responsável por atentados contra Israel, ameaçou abandonar um cessar-fogo adotado no mês passado e retomar suas hostilidades. Um correspondente da BBC em Ramallah disse que os militantes permanecerão no edifício, armados e recebendo visitas de familiares. Refúgio Esses militantes estariam refugiados dentro do edíficio de Arafat, conhecido como a Mukata, há meses. Segundo a agência de notícias Associated Press, Kamel Ghanam, o líder das Brigadas dos Mártires de Al Aqsa em Ramallah, disse que os militantes foram presos no sábado depois de recusarem a atender o pedido do líder palestino Yasser Arafat. Arafat havia pedido que os militantes se retirassem do complexo presidencial. A ofensiva da ANP contra os militantes aconteceu no dia em que uma reportagem publicada no The New York Times afirma que os Estados Unidos aliviaram a pressão sobre os palestinos para desmantelar imediatamente os grupos armados. Fontes do governo de George W. Bush disseram ao diário americano acreditar que as forças de segurança controladas pelo primeiro-ministro Mahmoud Abbas estariam fragilizadas e não teriam condições de enfrentar organizações como o Hamas ou as Brigadas de Al Aqsa. |
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