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Capital da Libéria enfrenta caos e falta de água
Os reservatórios de água potável se esgotaram na maior parte da capital da Libéria, Monróvia, aumentando os temores de que cólera e outras doenças se espalhem rapidamente. O fornecimento de água para a cidade foi interrompido quando ocorreu um ataque a uma estação de bombeamento de água há cinco dias. Agora, a maioria das caixas d'água da cidade já estão vazias. Além da água, também faltam combustível e arroz na cidade. A batalha por Monróvia entrou no seu sexto dia nesta quinta-feira. Apesar de uma ponte estratégia ter sido retomada pelas forças do governo, a região portuária continua nas mãos dos rebeldes. Já foram reportados na cidade casos de cólera e de outras doenças relacionadas à falta de água potável. Paul Welsh, correspondente da BBC em Monróvia, diz que o fim da água potável vai tornar a situação dos civis na capital da Libéria "muito mais grave". O principal hospital de Monróvia já está lotado de feridos dos combates dos últimos dias. Uma promessa de que mil soldados de paz nigerianos seriam enviados ao país dentro de uma semana também foi recebida com ceticismo pelo governo local. O ministro da Defesa, Daniel Chea, afirmou que tais promessas precisam ser confirmadas "por uma ação concreta". Chea disse que só acredita "vendo". O envio dos soldados foi prometido pela primeira vez há um mês. O governo americano também tem sofrido pressão de grupos de ajuda humanitária internacional para enviar soldados de paz para a região. Essas agências de ajuda humanitária alertam que pode haver uma tragédia de grandes proporções na Libéria, caso a situação continue se agravando. Pelo menos 250 mil pessoas estão sem moradia, depois que tiveram que deixar suas casas na capital por causa dos conflitos. |
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