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Novo ataque mata soldado dos EUA e tradutor no Iraque
Um soldado americano e um tradutor iraquiano morreram nesta segunda-feira em um ataque no norte de Bagdá. O carro em que eles estavam foi atingido no acostamento de uma estrada na região de Al-Sulaykh por uma bomba improvisada, segundo o Exército americano. Eles também foram alvos de tiros. O incidente ocorreu um dia depois de dois soldados americanos terem sido mortos em um ataque com uma granada deflagrada através de um foguete na região controlada pelos curdos, no norte do país, onde há poucos registros de revolta contra os soldados americanos. Pelo menos 34 soldados dos Estados Unidos já morreram em ação desde o fim da guerra declarado pelo presidente George W. Bush, no dia 1º de maio. Mortes iraquianas Num incidente separado no domingo, um motorista iraquiano foi morto e três outras pessoas ficaram feridas quando um comboio de dois carros da ONU foi recebido com tiros perto da cidade de Hilla, no sul do país. As vítimas estavam perto desse comboio. Os militares americanos dizem que os ataques são feitos por um grupo "linha-dura" leal ao presidente deposto Saddam Hussein. Acredita-se que Saddam esteja no Iraque escondido e emitindo mensagens em fitas nas quais apela para seus seguidores atacarem as forças americanas. O correspondente da BBC em Bagdá Paul Wood disse que emboscadas em acostamentos de estadas ou ataques com granadas impulsionadas por foguetes são parte da realidade diária do Iraque. Ele afirmou que as táticas incluem o uso dessas bombas para parar ou desviar os veículos das estradas e, então, atacá-los am tiros. Na seqüência, os atiradores se misturam com o resto da população para não serem encontrados. A freqüência dos ataques significa que a situação está progredindo para uma guerrilha. O secretário de Estado americano, Colin Powell, reconheceu no sábado que levaria algum tempo para acabar com os ataques de guerrilha, repetindo as avaliações do administrador americano no Iraque, Paul Bremer, e do secretário de Defesa, Donald Rumsfeld. O novo chefe do comando central no Iraque, general John Abizaid, planeja estabelecer uma força de defesa civil iraquiana para trabalhar com soldados americanos. Durante uma visita a Bagdá, o general afirmou que os batalhões poderiam ser treinados por forças americanas e estariam prontos para operar em 45 dias. |
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