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Blair é pressionado a tirar britânicos de Guantánamo
O primeiro-ministro da Grã Bretanha, Tony Blair, está sendo pressionado a agir diretamente junto ao presidente americano, George W. Bush, em favor de dois cidadãos britânicos detidos na base militar de Guantánamo sob acusação de terrorismo. Mais de 200 parlamentares assinaram uma moção pedindo que os dois acusados retornem ao país. O temor é de que eles não recebam um julgamento justo nos Estados Unidos. Os familiares de Feroz Abbasi e Moazzam Beggs elogiaram a proposta de repatriação para que os dois detentos sejam julgados em território britânico. O próprio governo de Blair confirmou que a repatriação dos dois já está está sendo discutida entre as autoridades britânicas e americanas. Na próxima semana, Bush e Blair se encontrarão em Washington. Famílias O líder do Partido Liberal Britânico, Charles Kennedy, disse que Blair deveria aproveitar a ocasião e usar sua influência sobre Bush para tentar solucionar o problema. O pai de um dos suspeitos presos em Guantámano fez um pedido para que o primeiro-ministro trabalhe para trazer os britânicos de volta à casa. Azmat Begg, pai de Moazzam Begg, de 35 anos, pediu a Blair que use sua influência sobre Bush para tentar liberar os suspeitos da base americana de Guantánamo, em Cuba. "Eu entendo que Tony Blair vai se encontrar o presidente americano e provavelmente vai tocar no assunto", disse Begg. "Ele precisa aumentar a pressão até que eles concordem com a repatriação. Nós sabemos que nós temos um relacionamento especial com os Estados Unidos. Agora, é hora de usar isso", afirmou. Pelo menos 680 suspeitos de pertencerem à organização Al-Qaeda e ao extinto regime afegão Talebã estão sendo mantidos na base de Guantánamo. |
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