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Arafat diz que militantes da Al-Aqsa estão presos
O líder palestino Yasser Arafat disse nesta terça-feira que os militantes responsáveis pelo assassinato de um trabalhador búlgaro, ocorrida na segunda-feira, na Cisjordânia, foram presos. Arafat não informou quantos integrantes da Brigada dos Mártires de Al-Aqsa que assumiu a autoria do ataque foram presos e nem quando as prisões teriam ocorrido. Ainda não há uma confirmação das prisões. O anúncio de Arafat foi feito horas antes do encontro entre o primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, e o primeiro-ministro palestino, Mahmoud Abbas. Mais cedo nesta terça, um atirador palestino foi morto por tropas israelenses, depois de atacar uma barreira militar na Cisjordânia, segundo um porta-voz do Exército de Israel. Sem trégua Os disparos, perto da cidade de Tulkarém, são o segundo incidente atribuído a palestinos desde que os principais grupos militantes declararam um cessar-fogo no domingo. A Brigada dos Mártires de Al-Aqsa não apoiou a trégua anunciada no fim de semana. Mas nenhum grupo assumiu a responsabilidade pelos disparos desta terça-feira. "Um terrorista armado com uma pistola abriu fogo na barreira, mas ninguém foi ferido. Os soldados atiraram nele e ele foi morto", disse um porta-voz do Exército de Israel. O correspondente da BBC na Faixa de Gaza, David Chazan, disse que, enquanto os recentes ataques podem não atrapalhar o processo de paz de imediato, a continuidade da violência pode acabar colocando o plano em risco. Ariel Sharon avisou que apesar de seu acordo na área de segurança com a Autoridade Palestina, o seu governo não iria ignorar o assassinato do trabalhador búlgaro, Krastiu Radkov. |
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