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EUA matam 11 iraquianos 'ao reagir a emboscada'
Soldados americanos mataram 11 iraquianos que teriam emboscado um comboio militar em uma cidade ao norte de Bagdá, nesta sexta-feira, segundo um porta-voz do Exército dos Estados Unidos. Os iraquianos teriam aberto fogo contra os americanos nas proximidades da cidade de Balad, usando lança-mísseis e armas de baixo calibre, segundo o porta-voz. Horas antes, 18 soldados americanos haviam sido feridos por morteiros lançados contra a maior base militar dos EUA no Iraque, também nos arredores de Balad. Nenhum soldado ficou ferido na suposta emboscada, segundo os militares americanos. Atentados Os Estados Unidos estão realizando uma grande operação militar para localizar simpatizantes do presidente iraquiano deposto, Saddam Hussein. De acordo com o governo americano, os simpatizantes estariam por trás dos recentes ataques contra alvos dos EUA, no Iraque. Na quinta-feira à noite, um atirador atingiu fatalmente um soldado americano que guardava o Museu Nacional do Iraque, em Bagdá. Pelo menos 19 soldados americanos morreram em combate desde que o presidente George W. Bush declarou o fim do período mais intenso de hostilidades, em primeiro de maio. O atentado desta sexta-feira ocorre no mesmo dia em que os americanos comemoram a independência do seu país; pesquisas de opinião pública nos EUA sugerem que o ceticismo sobre a reconstrução do Iraque pós-guerra está aumentando. Morteiros Segundo o porta-voz americano, durante o ataque que feriu 18 americanos, foram disparadas três ou quatro saraivadas de morteiros, que explodiram na área que cerca a base de apoio logístico dos EUA. Uma das saraivadas explodiu dentro da base, que seria uma das maiores no Iraque. Acredita-se que milhares de soldados estejam lotados no local. Na quarta-feira, Bush disse que os Estados Unidos seriam duros com os responsáveis pela escalada na violência contra os americanos no Iraque. "Eles que venham", ameaçou o presidente. No entanto, ele enfrentou críticas domésticas da oposição do Partido Democrata, que o acusou de "retórica machista" e de apenas provocar mais ataques contra americanos. Mais ataques Só na semana passada, aconteceram os seguintes episódios: O assassinato de um fuzileiro naval no dia 2 de julho durante uma operação de limpeza de minas em Karbala. A morte de um soldado americano por ferimentos causados pela explosão que atingiu o comboio em que ele viajava em Bagdá, em primeiro de julho. No dia 28 de junho, os restos mortais de dois soldados desaparecidos desde 25 de junho foram encontrados a 32 quilômetros de Bagdá. Soldados britânicos no sul do Iraque também foram atacados. Seis foram mortos em um ataque no mês passado. |
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