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Dois membros do Hamas são mortos na Faixa de Gaza
Dois membros do grupo militante Hamas foram mortos nesta quarta-feira em troca de tiros com o Exército israelense na Faixa de Gaza. De acordo com o Hamas, dois de seus atiradores atacaram um posto militar na cidade de Beit Hanoun, para vingar a morte de Abdullah Qawasme, membro veterano do grupo assassinado no fim de semana em Hebron, na Cisjordânia. Segundo fontes militares israelenses, os dois atiradores palestinos buscaram abrigo em uma casa, de onde trocaram tiros com soldados, ferindo um militar israelense. Na terça-feira, Israel realizou uma operação de patrulha que resultou na prisão de 150 pessoas na Cisjordânia. O governo israelense disse que a operação foi feita após alertas sobre possíveis ataques contra civis. Atentado O Hamas condenou a operação que, segundo o grupo, ameaça a possibilidade de um cessar-fogo. A polícia israelense afirmou que prendeu dois palestinos que levavam uma mala com grande quantidade de explosivos. A polícia acredita que eles planejavam um grande ataque a alvos israelenses. De acordo com o comandante da polícia, Yehuda Bachar, a prisão evitou "um grande ataque que poderia fazer muitas vítimas". A carga de explosivos foi detonada de maneira controlada. "Foi uma explosão enorme que destruiu as janelas das casas próximas", afirmou Bachar. As prisões foram feitas após um aviso de que um suposto homem-bomba e seu cúmplice teriam entrado em território israelense. Os dois palestinos acabaram sendo presos horas depois em Kfar Kassem, um vilarejo israelense-palestino a 19 quilômetros de Tel Aviv, após uma operação policial. Plano de Paz A violência no Oriente Médio ameaça a implementação do plano de paz, assinado pelos primeiros-ministros palestino e israelense, com o apoio dos Estados Unidos. O primeiro-ministro palestino, Mahmoud Abbas, também conhecido como Abu Mazen, tenta convencer grupos militantes a aceitarem um cessar-fogo com Israel. Já os grupos exigem o fim dos assassinatos e ataques a seus membros. De acordo com cálculos da agência de notícias France Press, exatamente mil dias após a primeira vítima da onda de violência em Israel, 3.362 pessoas morreram 2.534 palestinos e 768 israelenses. |
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