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Israel prende 150 palestinos na Cisjordânia
O Exército de Israel anunciou ter prendido mais de 130 militantes palestinos na cidade de Hebron, na Cisjordânia. As detenções fazem parte de uma grande ofensiva que, segundo um porta-voz militar, tem como alvo o grupo islâmico Hamas. Os israelenses prenderam cerca de 20 palestinos em outras localidades da Cisjordânia durante a madrugada. O acesso à cidade velha de Nablus foi fechado por soldados. Um comunicado do Exército afirmou que as unidades do Hamas com sede em Hebron foram responsáveis por uma série de atentados, entre eles uma explosão de um ônibus em 11 de junho que matou 52 israelenses. Eliminação À época, o primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, prometeu eliminar completamente o Hamas. Um conselheiro de Sharon, Zalman Shoval, disse à BBC que a operação ajudaria a Autoridade Nacional Palestina a cumprir seus compromissos de garantir a segurança regional assumido no mais recente acordo de paz. Entretanto, Michael Tarazi, conselheiro do governo do primeiro-ministro palestino, Mahmoud Abbas, afirmou que ações do gênero só servem para enfraquecer a Autoridade Palestina diante da população local. Cessar-fogo Fontes do governo egípcio disseram ao diário israelense Haaretz que líderes do Hamas e do Jihad Islâmico viajariam ao Cairo nesta terça-feira para discutir a possibilidade de um cessar-fogo. Há relatos de que os dois grupos estariam prestes a aceitar uma trégua. Mahmoud Abbas, também conhecido como Abu Mazen, vem tentando sem sucesso convencer os grupos militantes palestinos a deixar a luta armada no levante contra a ocupação israelense (a segunda intifada), conflito iniciado em setembro de 2000. O Egito afirma querer ajudar a Autoridade Palestina na implementação do "road map" (rota da paz no Oriente Médio), que prevê medidas para garantir a segurança a Israel, o desmantelamento de assentamentos ilegais judaicos e a criação de um Estado palestino até 2005. |
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