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BC dos EUA eleva taxa de juros para 4,5% ao ano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Federal Reserve, o Banco Central americano, aumentou nesta terça-feira pela 14ª vez consecutiva sua taxa básica de juros. Com o aumento de 0,25 ponto percentual, a taxa foi a 4,5% ao ano. A decisão foi tomada na última reunião presidida por Alan Greenspan, que ficou à frente do Fed por 18 anos. O Senado americano confirmou nesta terça-feira o nome do renomado economista Ben Bernanke, acadêmico e assessor do presidente George W. Bush, para suceder Greenspan na presidência do Fed. O Fed indicou que o ciclo de aumento dos juros pode estar chegando ao fim. As taxas aumentaram a partir de 1%, há 19 meses, e estão em seu nível mais alto desde abril de 2001. "Embora os recentes dados econômicos sejam desiguais, a expansão da atividade econômica parece sólida", afirmou o banco central americano, em nota. A nota também indica que novos aumentos "podem ser" necessários, um recuo em relação ao encontro de dezembro, em que disse que essas elevações "provavelmente" seriam necessárias. As declarações foram interpretadas como uma tentativa de deixar o novo presidente do Fed à vontade para conduzir a política monetária como achar melhor. "Um sinal forte para um lado ou para o outro teria constrangido Bernanke", disse o economista do banco Barclay's Dean Maki à agência de notícias France Presse. |
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