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Wal-Mart terá de pagar US$ 172 mi a funcionários | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A maior rede varejista do mundo, a americana Wal-Mart, terá de pagar US$ 172 milhões em indenizações a funcionários que tiveram de trabalhar sem direito a pausa para almoço. Um tribunal da Califórnia decidiu nesta quinta-feira que a Wal-Mart violou uma lei estadual que determina que os empregadores são obrigados a dar aos funcionários um intervalo não-remunerado de 30 minutos para almoço se eles tiverem trabalhado mais de seis horas. Mais de 100 mil empregados da rede no Estado terão direito a ser compensados. "Nós discordamos absolutamente da decisão", disse à agência de notícias Associated Press o advogado da empresa Neal Manne. A legislação de 2001 afirma que pessoas que trabalham em diferentes turno devem ter a pausa para comer ou receber pagamento adicional caso não façam o intervalo. "Estamos muito satisfeitos", disse Chris Lebsock, um dos advogados que representaram os funcionários. As lojas da Wal-Mart são famosas por seus preços baixos, mas críticos acusam a rede de supermercados de obter sucesso comercial às custas dos direitos de seus funcionários. |
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