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Crescimento de China e Índia ajuda a reduzir pobreza, diz FMI | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Muitos países não vão alcançar as metas do milênio para redução da pobreza, segundo relatório do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI). As duas instituições fizeram um apelo por "ação urgente e ousada" que permita aos países mais pobres alcançarem as Metas de Desenvolvimento do Milênio. Segundo o relatório, os países ricos deveriam fazer mais e os países mais pobres devem criar um ambiente que permita o desenvolvimento do setor privado. O crescimento econômico exponencial da Índia e da China vai ajudar o mundo a alcançar as metas de redução da pobreza até 2015, mas os países da África Subsaariana devem ficar para trás, de acordo com o estudo. As metas prevêem reduzir à metade o total da população mundial que vive abaixo da linha de pobreza (US$ 1 por dia) e o números dos que passam fome. 'Acesso a mercados' O Banco Mundial e o FMI argumentam que o crescimento econômico é essencial para alcançar as metas. As duas instituições dizem que os países em desenvolvimento podem influenciar para alcançar a expansão da atividade econômica. "Eles têm que assegurar um ambiente macroeconômico estável. Isso significa baixos níveis de inflação e uma moeda que não flutue em valor", disse Mark Plant, assessor do FMI. O Banco Mundial e o FMI insistem na abertura dos mercados dos países ricos. Segundo o estudo, o cumprimento das metas depende de acentuado aumento na assistência, alívio para a dívida de países pobres e aumento do acesso de produtos de países em desenvolvimento aos mercados da Europa e dos Estados Unidos. |
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