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União Européia aprova relaxamento das regras do euro | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Líderes da União Européia (UE) aprovaram nesta terça-feira um acordo para relaxar as regras que devem ser seguidas pelos países que usam o euro. O acordo, que antes havia sido aprovado pelos ministros da área econômica destes países, permite aos governos aumentarem seus déficits públicos para além de limites estabelecidos quando o euro foi lançado. O limite de 3% do PIB foi mantido, mas foi aberta a possibilidade de que ele seja ignorado em circunstâncias especiais e por períodos limitados. O patamar de 3% têm sido freqüentemente ultrapassado pela França e pela Alemanha, que foram os países que forçaram a imposição de limites rígidos em primeiro lugar, e outros países. Cúpula Mas franceses e alemães vinham reclamando que o limite impõe amarras ao governo, quando é necessário dar um incentivo ao crescimento econômico. Países pequenos contrapuseram, porém, que, se eles conseguem se manter abaixo do limite de déficit público, os grandes também deveriam ser capazes de fazê-lo. A decisão de relaxar o Pacto de Estabilidade e Crescimento foi tomada no primeiro dia de uma reunião de cúpula do bloco em Bruxelas. O objetivo do encontro é discutir maneiras de dar novo ânimo para a economia européia, que vem crescendo de forma bastante lenta nos últimos anos. Neste mês, o Banco Central Europeu anunciou que estava reduzindo sua estimativa de crescimento para a zona do euro para 1,6%. Nos Estados Unidos, para fins de comparação, a previsão é de 3,6%. |
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