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Atualizado às: 23 de fevereiro, 2005 - 14h52 GMT (11h52 Brasília)
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Barril do petróleo volta a ficar acima dos US$ 50
Neve em Nice, no sul da França
Onda de frio no Hemisfério Norte aumentou demanda por óleo para calefação
O barril de petróleo cru do tipo leve estava sendo negociado acima dos US$ 50 em Nova York nesta quarta-feira.

A onda de frio no Hemisfério Norte está sendo apontada como a principal causa do aumento dos preços do barril de petróleo que, na terça feira, passou dos US$ 50 pela primeira vez desde novembro.

Os preços chegaram a cair nesta quarta-feira depois que o presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), xeque Ahmad Fahd Al-Sabah, acenou com um possível aumento de produção.

No entanto, durante a manhã em Nova York, os contratos para entrega em abril estavam sendo cotados a US$ 51,04 por barril.

Frio

"O tom um pouco mais fraco (dos preços de petróleo) pode ser atribuído à Opep", disse à agência de notícias Agence France Presse Christopher Bellew, da Bache Prudential.

A Opep deve se reunir no dia 16 de março, no Irã.

"Ontem (terça-feira) os preços subiram novamente. Por essa razão, não podemos apoiar ou rejeitar" aumento de produção, disse Al-Sabah a repórteres.

"Se os preços continuarem a subir, haverá uma reação da Opep para ajudar a reduzir esses preços, como fez em 2004", acrescentou.

O mercado continua com a atenção voltada para a onda de frio no Hemisfério Norte, especialmente no Nordeste dos Estados Unidos, que é grande consumidora de combustível para calefação.

A previsão do tempo é que deve continuar frio nessa região pelos próximos dez dias.

Câmbio

Os preços do petróleo ainda estão bem abaixo do pico de US$ 55,67 o barril, atingido em outubro. No entanto, estão acima da média de 2004, que ficou em US$ 41,48.

Além da queda da temperatura no Hemisfério Norte nos últimos dias, a depreciação do dólar também está contribuindo para o aumento da cotação.

"O fator primário é o dólar fraco", disse Victor Shum, analista baseado em Cingapura.

As expectativas de que uma recuperação do dólar iria ter impacto significativo sobre o petróleo não se confirmaram ainda nesta quarta-feira, apesar de o dólar ter subido em relação ao euro, ao iene e à libra.

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