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Banco de Pinochet nos EUA admite irregularidades | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um banco americano concordou em pagar uma multa de US$ 16 milhões depois de ter admitido que escondeu informações sobre movimentações suspeitas em contas do ex-presidente do Chile, Augusto Pinochet, e do governo da Guiné Equatorial (um país na África). Uma investigação conduzida pelo Departamento de Justiça americano concluiu que o banco Riggs havia cometido as irregularidades. “O banco lamenta o que ocorreu e tem cooperado completamente”, disse um advogado da instituição a um juiz em Washington, onde fica a sede do Riggs, nesta quinta-feira. No ano passado, o banco já havia sido multado em US$ 25 milhões por não ter tomado medidas contra a prática de lavagem de dinheiro usando suas contas. Senado Depois de ter que pagar essa multa, o Riggs teve que vender suas operações internacionais e, no momento, está ele próprio à venda. Um relatório divulgado pelo Senado americano no ano passado disse que o banco ajudou Pinochet a esconder até US$ 8 milhões. O general teria mantido diversas contas no Riggs, mas o filho dele negou publicamente essas alegações, afirmando que elas são mentiras. O relatório do Senado também indicou que, entre 1995 e 2004, o Riggs administrou mais de 60 contas para autoridades da Guiné Equatorial e membros de suas famílias. O presidente do país, Teodoro Obiang Nguema, sua mulher e outros parentes teriam diversas contas no banco. |
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