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Emprego nos EUA decepciona, e Brasil emite US$ 500 mi | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O dólar voltou a cair no mercado internacional nesta sexta-feira depois que estatísticas do governo americano mostraram que as empresas estão contratando menos que o esperado no país. Em novembro, 112 mil pessoas foram contratadas, metade do que o mercado esperava. Com isso, o dólar perdeu ganhos obtidos no começo do pregão, e o euro chegou a US$ 1,3330. Economistas afirmam que o dólar deve continuar caindo. Títulos Se os dados sobre criação de emprego tivessem confirmado as expectativas dos analistas e sido mais positivos, as perspectivas para a economia americana poderiam ter melhorado, e o dólar, se fortalecido. Mas a taxa de desemprego apresentou uma redução muito pequena, de 0,1 ponto percentual, chegando a 5,4%. Enquanto isso, o Brasil tirou proveito do aumento da demanda por títulos de países emergentes, que foi incentivada pelos números ruins de criação de emprego nos Estados Unidos, ao fazer uma emissão de bônus no valor de US$ 500 milhões. Segundo fontes citadas pela agência Reuters, a procura pelos títulos está alta. Em julho, o Brasil já havia feito uma emissão de títulos no valor de US$ 750 milhões. |
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